Não sei se paralaxe marco-pitiana ou mera ignorância vocabular, mas segue o caso.
Revisora de um sítio de notícias em Campo Grande, certa feita deparei-me com o texto de uma jovem jornalista: "O professor Emérito ministrou a palestra na Universidade X." Imediatamente liguei para a sala da moça, avisando-a: - Faltou o nome do professor. E ela: - Está lá: professor Emérito, o nome dele é Emérito.
Fiquei alguns segundos em silêncio. Então, só consegui dizer: - Não é. Pesquise o nome correto, por favor. Não conferi, não dava tempo, a revisão era feita imediatamente, on-line, notícias a cada minuto (aliás, um projeto que não deu certo, diga-se. Jornalista tem de ter texto final, não é? O fim do copy-desk).
Algum tempo depois, lembrei-me. Em Campo Grande, havia um vereador (não sei o que é feito de sua carreira política) de nome Edil. Edil Albuquerque, para quem quiser verificar.
Certo que não se trata de sinonímia, mas vai que o professor se chamava mesmo Emérito?
Revisora de um sítio de notícias em Campo Grande, certa feita deparei-me com o texto de uma jovem jornalista: "O professor Emérito ministrou a palestra na Universidade X." Imediatamente liguei para a sala da moça, avisando-a: - Faltou o nome do professor. E ela: - Está lá: professor Emérito, o nome dele é Emérito.
Fiquei alguns segundos em silêncio. Então, só consegui dizer: - Não é. Pesquise o nome correto, por favor. Não conferi, não dava tempo, a revisão era feita imediatamente, on-line, notícias a cada minuto (aliás, um projeto que não deu certo, diga-se. Jornalista tem de ter texto final, não é? O fim do copy-desk).
Algum tempo depois, lembrei-me. Em Campo Grande, havia um vereador (não sei o que é feito de sua carreira política) de nome Edil. Edil Albuquerque, para quem quiser verificar.
Certo que não se trata de sinonímia, mas vai que o professor se chamava mesmo Emérito?
